30 dezembro 2011

Gajos - Live is Life "Opus"


A Igreja diz, o Santo Padre confirma, mas são voces que podem "apanhar" este presente. Impressionante a quantidade de jovens que acredita que o HIV/Sida não mata. Os efeitos secundários dos comprimidos são muito maus... Acreditem em alguém que faz voluntariado nesta área.

Estamos numa época em que o consumo de alcóol vai aumentar, apenas vos digo que "pensem" mais com a cabeça de cima e não com a debaixo. Um corpo pode ser fantástico, mas por um "momento" podem levar um presente para toda a vossa vida...



10 comentários:

pinguim disse...

Bons conselhos, amigo Francisco.

Miguel disse...

Vamos lá ver uma coisa, o HIV/SIDA não mata, apenas dá o empurrão fatal do precipício... quero com isto dizer que o que mata realmente são as doenças oportunistas que se instalam uma vez que deixam de existir defesas imunitárias eficientes no corpo... e digo eficientes, porque na verdade a pessoa continua a ter sistema imunitário, simplesmente o mesmo deixa de estar coordenado e estimulado para as ameaças. É que o HIV é tão específico que vai destruir as células CD4 (também ataca macrófagos especialmente numa fase inicial), que apesar de serem células auxiliares sem intervenção directa na destruição dos agentes estranhos, são aquelas que estimulam todos os outros a reagir perante uma infecção... digamos que o HIV mata logo o "cérebro" responsável pelo bom funcionamento da imunidade...

Quanto aos medicamentos, os efeitos secundários dependem muito de pessoa para pessoa, da sua idade e estado geral de saúde. Mas sim, é caso para dizer que se não se morre da doença, morre-se da cura...

A título de curiosidade, a que efeitos secundários tens assistido?

abr

Francisco disse...

Pinguim,

:)

Abraço

Francisco disse...

Miguel, tens razão em tudo.

Os efeitos secundários começam logo na noite em que se começa a tomar.

Por norma começam com noites mal dormidas, pesadelos, angústias, ansiedades(como tu dizes e bem depende de pessoa para pessoa e da idade de cada uma).

Depois, com alguns dias começam a surgir as más disposições, os excessos de bom ou mau humor, até que chega a altura da depressão...

Aqui a depressão tem muito que se diga, porque podes ficar deprimido a vida inteira e perderes o emprego e as tuas fontes de rendimento(entras no excesso de quereres comprar tudo), como podes simplesmente entrar na "paranóia de saltar pela janela abaixo...

É verdade que nos dias de hoje, podes ter uma vida "tranquila", não se morre num curto espaço de tempo, a menos que...

Se continuarem a fazer sexo sem preservativo e forem de novo infectados, isso sim, já pode ser um problema e a pessoa pode voltar à cama de casa ou de um hospital...

Volto a dizer, vale a pena arriscar a ganhar uma "bomba" dentro de nós? Que pode explodir a qualquer momento...
Os medicamentos atrasam, não curam..

Abraço

Miguel disse...

Não disse que valia a pena arriscar, apenas gosto das coisas bem explicadas sem demasiados dramatismos =p

O HIV é mau mas há coisas piores que também se transmitem sexualmente... e portanto, é óbvio que devem usar sempre preservativo.
DST's é o que não falta por aí... e o pior é que as pessoas na maior parte dos casos nem sabem que as têm...

Abraço e já sabes: Usa preservativo! (deves gastar muitos ao mês) lol XD

Francisco disse...

Miguel

Quanto a gastar muitos preservativos por mês?

É uma questão ou afirmação... LOLOL

Abraço

Luís V disse...

O Miguel explicou muito bem como pode evoluir o HIV no corpo de uma pessoa. Só quero dar uma achega, hoje em dia, a esperança média de vida de um/a seropositivo/a é igual à de um/a seronegativo/a. Claro que como já aqui se disse depende de pessoa para pessoa. O vírus não evolui da mesma maneira em todas as pessoas, daí, segundo dizem, estar a ser tão difícil encontrar-se a cura.

Francisco disse...

Luis V,

Obrigado pelas tuas achegas ;)

Abraço

aoc36 disse...

boas entradas e mais um ano para este blog.... goza muito e diverte!
(eu trabalho, bah)

ps: bom ano a todos ja agora...

Francisco disse...

aoc36

Bom ano para ti também :)

Abraço