Quem me está a ajudar na regressão, compreende o meu desconforto. E, pede-me para eu contornar, olhar em volta, o que vejo e ir narrando...
Sinto uma enorme dor na barriga, vejo-me a subir um penhasco ou montanha. Levo um grande peso em mim. Nesse momento sinto quilos de pesos em cima das minhas mãos. Vejo-me de costas a subir a encosta e sei que me esfaqueie no estômago. Sei que fui eu que me auto-mutilei. Não coloco culpas em ninguém...
Perguntam-me se eu quero largar esses pesos... A que eu respondo...
Por mim, é já e na boa... E liberto as mãos desses pesos (com esse gesto sinto uma sensação de liberdade e de alívio). Quanto a ele (estou a referir-me a ele) não sei...
Sei que ele não ouve ninguém, e lá segue o seu caminho sem olhar para trás...
To be continued
Um amor entre um Deus do Olimpo e um terreste, onde esse Deus caiu e resolveu contar as suas histórias enquanto viveu no meio dos humanos...
05 agosto 2015
04 agosto 2015
Cobaia VIII - Amy Macdonald "Love Love"
Ao aproximar-me da casa, vejo uma janela e uma porta. Dizem-me para abrir/ver para além da janela. Digo que não consigo, vejo um vulto dentro de casa. Pedem-me que abra a porta. Repito o mesmo, não consigo...
Começo a ficar com bastante frio, as minhas mãos e dedos começam a encolher/engelhar. Sinto todo o meu corpo ficar gelado. Sinto os meus dentes baterem, devido ao frio que sinto. Ao mesmo tempo sinto uma tristeza que nunca senti em toda a minha vida. Sinto os meus olhos a ficarem molhados. Estou quase a chorar. Não avanço em mais nada, estou preso aquela tristeza e frio...
O Vulto atrás da janela começa a ganhar contornos e a ficar mais visível. Não consigo pronunciar o nome de quem vejo, a tristeza é maior e invade-me o corpo todo, quero sair dali, e nem sei como... Momento complicado.
O meu consciente está perfeito, mas eu quero ver mais além do meu inconsciente. Quero ver e saber, até onde me leva a minha imaginação.
Fuhhhhh não vejo mais nada e nem oiço nada....
To be continued...
Começo a ficar com bastante frio, as minhas mãos e dedos começam a encolher/engelhar. Sinto todo o meu corpo ficar gelado. Sinto os meus dentes baterem, devido ao frio que sinto. Ao mesmo tempo sinto uma tristeza que nunca senti em toda a minha vida. Sinto os meus olhos a ficarem molhados. Estou quase a chorar. Não avanço em mais nada, estou preso aquela tristeza e frio...
O Vulto atrás da janela começa a ganhar contornos e a ficar mais visível. Não consigo pronunciar o nome de quem vejo, a tristeza é maior e invade-me o corpo todo, quero sair dali, e nem sei como... Momento complicado.
O meu consciente está perfeito, mas eu quero ver mais além do meu inconsciente. Quero ver e saber, até onde me leva a minha imaginação.
Fuhhhhh não vejo mais nada e nem oiço nada....
To be continued...
03 agosto 2015
Cobaia VII - Amy Macdonald "Don't Tell Me That It's Over"
Após ter visto o rosto do homem, e todos pensarmos que eu era frade, franciscano, homem religioso. Foi-me pedido para recuar mais atrás...
Recuei na memória e vejo uma casa, ovelhas e uma horta. Afinal, eu sou um pastor que vive muito feliz. Falo de muita alegria e depois de muita tristeza.
Todos pensam que eu possa estar a viver duas vidas em simultâneo. Eu tenho a consciência que é a mesma. Corrijo até a dizer que não sou padre, mas sim um pastor.
Pedem-me para eu ir até junto da casa...
Processo complicado, como algo que não quisesse que eu fosse mais para além da história...
Quando acordei, creio que descobri porque gosto tantos de ovelhas, borregos, cabras e cabritos. Sempre tive um fascínio inexplicável por estes animais. Desde miúdo que sempre me recusei a comer borrego ou cabrito...
Curiosa a nossa mente, e eu pensar que o motivo seria: Quando era pequeno, o talho era a frente do matadouro.
To be continued...
Recuei na memória e vejo uma casa, ovelhas e uma horta. Afinal, eu sou um pastor que vive muito feliz. Falo de muita alegria e depois de muita tristeza.
Todos pensam que eu possa estar a viver duas vidas em simultâneo. Eu tenho a consciência que é a mesma. Corrijo até a dizer que não sou padre, mas sim um pastor.
Pedem-me para eu ir até junto da casa...
Processo complicado, como algo que não quisesse que eu fosse mais para além da história...
Quando acordei, creio que descobri porque gosto tantos de ovelhas, borregos, cabras e cabritos. Sempre tive um fascínio inexplicável por estes animais. Desde miúdo que sempre me recusei a comer borrego ou cabrito...
Curiosa a nossa mente, e eu pensar que o motivo seria: Quando era pequeno, o talho era a frente do matadouro.
To be continued...
02 agosto 2015
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